Como Os Ciclos Económicos São Irregulares

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Como Os Ciclos Económicos São Irregulares

Para Wesley Mitchell, os ciclos económicos são fenômenos específicos das economias baseadas no dinheiro e da atividade comercial, em que a atividade econômica é organizada através de corporações que procuram maximizar seus lucros. Tudo o que influencia a economia, desde as chuvas, até a política, exerce a tua interferência afetando o fator básico: o lucro.

O passo econômico é determinado como o período que cumpre uma série ou conjunto de fenômenos econômicos em uma definida ordem. Define-Se como um movimento da elaboração capitalista por intermédio de fases que mantêm entre si uma ligação de sucessão sendo a fase da recessão ou de fundo de reanimação ou recuperação cima ou desenvolvimento.

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  6. Pearson, David. 1994. Arquitetura natural. Ed. Integral

Desde o século XIX, os estudiosos da economia perceberam dramáticas quedas da atividade econômica em intervalos variáveis de 7 a 10 anos. Como os ciclos económicos são irregulares, como as algumas flutuações cíclicas, são ondas recorrentes de expansão e contração que não têm um estágio fixo.

Recuperação ou Expansão: É a fase ascendente do ciclo. Acontece uma renovação do capital que tem efeitos multiplicadores sobre a atividade econômica, gerando uma fase de avanço econômico e, desse modo, de superação da crise. A economia está em expansão no momento em que a atividade geral, na fase de recuperação supera o auge do ciclo económico de imediato anterior. Recessão: Corresponde à fase descendente do ciclo.

a recessão ocorre uma queda essencial do investimento, a produção e o emprego. Uma incerteza é uma recessão particularmente abrupta. Se, também, no decorrer da recessão da economia cai abaixo do grau mínimo da recessão anterior, estamos frente a uma contração.

Depressão: o ponto mais miúdo do passo. Caracteriza-Se por um alto nível de desemprego e uma baixa busca dos freguêses em relação com a know-how produtiva de bens de consumo. Durante esta fase, os preços baixam ou permanecem estáveis.

contudo, há muita falha no uso desses termos. Diversas variáveis econômicas e sociais mudam em conexão com as fases do ciclo. São chamados de pró-cíclicas as variáveis que aprofundam os efeitos do estágio econômico, isto é, que aceleram as expansões e agravam as recessões.

São chamados de contracíclicas as variáveis que tendem a agir de peso no decorrer da fase de expansão e como estímulo no decorrer da contração. São chamados de acíclicas as variáveis cujas modificações não estão associados a mudanças de atividade econômica. Foram descritos muitos tipos de ciclos econômicos gerais e ciclos sectoriais.

Curtos, menores ou de Kitchin, com uma duração média de quarenta meses. Meios ou de Cantor, 8 anos e meio, em média; se distinguirían na presença de crescimentos e crises cíclicas. Esta taxonomia dos ciclos é questionada por muitos pesquisadores, devido, sobretudo, à carência de teorias que possam explicar a vida de períodos de duração pré-determinada da atividade econômica. Ciclos sectoriais que alguns investigadores sinalizam, tais como, o setor da construção, que teria dezoito anos, em média. Schumpeter (1939), que definiu o “modelo tricyclic”.

As ilusões, deram local à realidade após 1968, e de forma especial após a crise internacional de 1973. A partir da expectativa da Nova economia clássica, Robert Lucas (1975) formulou um paradigma do ciclo económico. Mandel e outros economistas marxistas multiplicaram tuas análises sobre o assunto as crises cíclicas. Novos e importantes estudos sobre o tempo económico têm sido produzidos desde desta forma e ajudaram a compreender a decadência internacional, de 2001, e a reativação de 2003 e alimentam o debate a respeito do futuro da economia mundial. Os Defensores da suposição das expectativas racionais, dizem que não podes haver nenhum “período determinístico” porque isto conduziria a oportunidades de arbitragem, que seriam aproveitadas pelos agentes económicos racionais e, deste modo, acabariam com a dinâmica do ciclo.