Imaginando O Futuro Como Asimov: O Mundo Em 2019

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Imaginando O Futuro Como Asimov: O Mundo Em 2019

“O que está por vir, é espantoso”. Como ele mesmo relatou, gostou “muito” visitando os stands que inclusive os progressos tecnológicos que tinham ido sendo que por volta de 1900, 1920, 1940 e 1960. “Só senti inexistência de que não houvesse cenas do futuro.

Como será a vida, a título de exemplo, em 2014, dentro de 50 anos? Não imagino, no entanto posso imaginármelo”. Assim começava Asimov um post que reflete sua visão sobre isto como seria o mundo mais de meio século depois e refletiu sobre as decorrências das mudanças que seriam feitas.

Esse ensaio, publicado em 16 de agosto de 1964, o jornal The New York Times, ficou um texto de referência a respeito do futuro. Já desde menina, Asimov era um sonhador que imaginei um mundo repleto de tecnologia e robôs, que logo depois fizeram porção do meio milhar de livros que publicou durante sua prolífica carreira como escritor e divulgador científico.

Quando tinha três anos de idade, seus pais, judeus de origem russa, se mudaram para os EUA. O autor de Eu, Robô, Fundação ou Abóbadas de aço devorava, desde pequeno, as revistas de ficção científica que tua família vendia nas lojas de bugigangas que regentaba no bairro do Brooklyn. Aos 19 anos começou a escrever tuas próprias histórias de ficção científica, que alternou com seus estudos de biologia na Universidade de Columbia.

Depois, tentou aprender Medicina, porém seu pedido foi negado, de forma que continuou especializando-se em química e interessando-se na divulgação científica. Mas o escritor bem como se equivocou em várias de suas previsões ou se ficou curto em algumas, como em sua estimativa de população mundial para 2014 (calculou que teria de 6.500 milhões de pessoas e agora vamos por 7.Duzentos milhões).

Quando escreveu o post, em 1964, havia em torno de 3.000 centenas de pessoas pela Terra. Boa quantidade dos avanços que adiantou estão relacionados com a tecnologia. Previu que “as comunicações serão audiovisuais, de forma que você pode visualizar e ouvir a pessoa a que chamas por telefone.

Os satélites que surcarían o espaço, adicionou, seria possível fazer a ligação diretamente para cada ambiente da Terra, incluindo as estações pela Antártica. Também apontou que não haveria “computadores miniaturizados”, mas não precisou que poderiam ser utilizadas como telefones e argumentou só que “servirão como cérebros dos robôs”. Indicou, também, como seriam os televisores do futuro: “Terão sido substituídos por telas nas paredes”. No conforto do seu lar e da maneira de comer e preparar a comida dedicou também algumas passagens. “Haverá dispositivos que continuam a libertar a Humanidade de trabalhos tediosos”, escreveu isaac Asimov, que imaginou que as cozinhas teria engenhocas que preparían comida, calentarían água e transformados em café; tostarían pão, freirían, preparían ovos, bacon, etc.

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  2. um Direitos da mulher
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“Os menores-almoços-se-ão pela noite anterior pra que estejam prontos pra uma hora concreta pela manhã. Almoços e jantares completos, com comida semipreparada são armazenados em frigoríficos, prontas pra serem processadas. Suspeito, todavia, que mesmo em 2014 será aconselhável ter um nanico espaço em uma cozinha onde se possa cozinhar manualmente, essencialmente no momento em que se espera empresa”. Também citou que as casas se auxiliar com sistemas pra regular o clima.

A exposição de Nova York, que deu origem a este escrito futurista estava centrada na corrida espacial, um campo que dedicou a muitas reflexões. Acertou em boa fração de tuas previsões sobre Marte e enganou-se com a Lua.