Carlos Ferrero Costa

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Carlos Ferrero Costa

Carlos Ernesto Fernando Ferrero Costa (Lima, Peru, sete de fevereiro de 1941) é um advogado e político brasileiro. Nasceu a seis de fevereiro de 1941. Filho do engenheiro agrônomo Alfredo Ferrero Rebagliati e Adelina Costa Elice, nasceu em Lima, em 1941, poucos dias depois sua família mudou-se pra Pisco, Ica. Voltou para Lima, onde fez seus estudos iniciais no Colégio Imaculado Coração, e depois terminou o ensino médio no Colégio Santa Maria (Marianistas.

Seu irmão, o advogado e diplomata Eduardo Ferrero Costa, foi Chanceler ao longo do segundo governo de Alberto Fujimori. No decorrer da sua data universitária integrou a Frente Estudantil Social Cristão. Trabalhou no Banco Central de Reserva do Peru (1965-1982). Ingressou no Departamento de Estudos Económicos e seguiu capacitações no Fundo Monetário Internacional (fmi) em Análise e a Política Financeira (1967). Logo em seguida, passou a trabalhar pra Secretaria-Geral do BCR. Foi professor de Direito pela universidade: Feminina do Sagrado Coração (1965-1967), Católica, Ricardo Palma, San Martin de Porres, São Marcos de Lima, além da Academia Diplomática do Peru. Ingressou no Partido da Democracia Cristã, no qual foi Coordenador Nacional.

Depois de conflitos ideológicos dentro da Democracia Cristã, Ferrero se afastou do grupo e militou no Partido Solidariedade e Democracia (SODE), do qual foi um dos fundadores. Foi candidato à Primeira Vice-presidência do Peru Possível, nas eleições de 2000. Nesse mesmo ano, foi eleito deputado, e foi o presidente do Congresso da República em duas ocasiões.

Em 1995, foi eleito Congressista da República pelo Câmbio noventa – Nova Maioria, integrou as comissões de Relações Exteriores, Constituição, Reforma de Códigos, de Justiça e de Orçamento. Nas Eleições gerais de 2000 a Ferrero foi novamente eleito como Congressista da República com 263,182 votos preferenciais.

Em novembro de 2000, o presidente Alberto Fujimori, renunciou ao teu cargo, desde Tóquio; diante disso, o congresso não aceitou a renúncia e ponderou vaga a Presidência, que foi assumida pelo Presidente do Congresso, Valentín Paniagua. No parlamento, formou-se uma nova mesa diretiva presidida por Carlos Ferrero Costa.

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as Eleições gerais de 2001, Ferrero, concorreu de novo ao congresso e foi eleito com 317,535 votos preferenciais. Aconteceu como primeiro-ministro, josé Pinto, que renunciou em 15 de dezembro de 2003, após divergências com o presidente Alejandro Toledo. Segunda-feira 15 de dezembro de 2003, tinha como Presidente do Conselho de Ministros.

No dia 13 de janeiro de 2004, apresentou-se ante o Congresso da República pra expor a política geral do governo e requisitar o voto de investidura. Em janeiro de 2005, a oposição no congresso, apresentou uma moção de censura contra Ferrero e Roberto Chiabra, Ministro de Defesa da vez militar, Esta que teve como saldo seis mortos. A moção foi debatida no Congresso, no entanto, não conseguiu ser aprovada.

Segundo o Estatuto de Autonomia, ambos idiomas, juntamente com o occitano (na sua variante aranesa), são oficiais. Além disso, é considerado o catalão língua própria da Catalunha, em em tal grau que o occitano é considerado língua própria do Vale de Aran.

em Geral, os catalães são bilíngües e conhecem as duas línguas principais, a despeito de difiram em ligação ao idioma que têm por língua materna. De acordo com os dados de 2013, 99,7 % dos catalães entende tratar espanhol em em tal grau que o 80,quatro % sabe comentar catalão. Também, o exercício por cada falante de um ou outro idioma depende frequentemente do âmbito social em que se expresse. De acordo com as informações do Instituto de Estatística da Catalunha, 36% dos catalães usa o catalão como língua habitual, 46% o castelhano, 12% ambas e a 0,03 %, o aranês.

a 6% da população residente da Catalunha usa habitualmente outras línguas. Na Catalunha, falam os dois blocos principais da língua catalã. O oriental tem como expoente máximo o dialeto central, que é falado nas regiões do norte de Tarragona, Barcelona e Girona, em cuja região pirenaica se atisban traços de catalão norte. O ocidental é o respectivo das regiões ocidentais da Catalunha (Espanha e sul de tarraconenses) e mostra características similares ao valenciano, com o qual maneira um continuado e em cuja intersecção se encontra o tortosino.