Em Sua Resolução

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Em Sua Resolução

Em sua resolução, o órgão consultivo lembra que neste instante foi dito sobre a determinação bom de que a posse de um presidente necessita ser pessoal e presencial. Explica que desse modo prevê o regulamento do Parlamento, todavia sublinha, nomeadamente, que é o que reivindica bem como o Francês, sem exceção alguma”.

Yolanda Díaz (Galiza em Comum): “Podemos fazer história juntos. Em coligação. Estejamos à altura das ocorrências, precisamos às pessoas. Temos um governo de coalizão corajoso e progressista”. Ser democrata é aceitar o repercussão eleitoral.

E se não há escolha, com o seu não está falando a todos os cidadãos é que tem que ser convocados às urnas. O defeito é que na democracia se respeita o adversário e quem não tem respeito ao oponente tem um defeito com a democracia. Opor-se ao plano Sánchez não é ser de esquerda ou de direita.

Nos opomos a esse plano. Eu pretendo que a Espanha, que vem tenha espaços de convivência. Agora para comparecer ao 8-M, há que chamar Carmen Calvo, e para dirigir-se ao Orgulho, à Marlasca. Que as ruas são deles e não podes deslocar-se ao Orgulho se você não é socialista”, diz com sarcasmo. “Você tem o Plano Sánchez e nós vamos repudiar”, anuncia Rivera, que acusa Sánchez pactuar com os separatistas. “O plano Sánchez é estigmatizar a média da Espanha e é você quem tem que que haja vários fascistas em Portugal. Vocês são um partido de Estado. Cidadãos não é. A ultra-direita não é. Um jogo como o teu necessita fazer um serviço a Portugal: abster-se. Você não propõe nada, não pactua nada.

Você não tem discutido da Catalunha. Você é o responsável de que a ilegalidade campeona a suas largas na Catalunha. Você não tem nada que olhar com o que aconteceu pela Catalunha nos últimos anos? Pedro Sánchez ao líder do PP.

  • Dois Eleições presidenciais de 1898
  • 6 Lista de participantes
  • 1953-Primeiro Campori de desbravadores, Massachusetts, Usa
  • Sep.2010 | 14:43

Sánchez ao Casado: “Após o dia 28 de abril tem duas opções: ou o governo, ou o governo não”. Toma a palavra Pedro Sanchez pra responder ao presidente do PP. O presidente do PP, Paulo Casado toma a frase no início da segunda sessão do debate de investidura, passadas as 16: 00h. “Duas horas de discurso pra não relatar nada, ou quase nada”, garantiu Casado em alusão à Sánchez.

No decorrer das duas horas de intervenção do candidato a ser nomeado presidente do Governo, Pedro Sánchez não fez qualquer referência à Catalunha. A sessão é suspensa. O recesso vai durar duas horas. A partir das 16: 00h será retomada com a intervenção dos grupos parlamentares.

Lei de Memória Histórica. Sanchez propõe terminar com os aforamientos políticos e pede a seu grupo regressar a acordos. Em relação à eutanásia, Sánchez mostra sua predisposição para regular uma “morte digna” por esse transe “duro” para algumas famílias. Em Defesa, garante que vai prosseguir com o acréscimo do orçamento militar.

Fala nesta ocasião de uma “saída pacífica” pra instabilidade da Venezuela, negociada “entre os venezuelanos” e com o suporte da comunidade internacional. Sánchez compromete-se a liderar um “executivo europeista” com superior presença no exterior. No que diz respeito à política de imigração, Sánchez aponta pra reforma do sistema comum de asilo europeu e aposta assim como na cooperação com os países de origem e de trânsito, e singularmente com Marrocos. Para revitalizar a Portugal interior, promete estimular o acesso aos serviços públicos, oferecer o empreendedorismo, o serviço autônomo e eliminar encargos administrativos e fiscais.