Fernando “O Católico”, Tão Odiado Pela Nobreza Castelhana Como Os Nacionalistas Catalães

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Fernando “O Católico”, Tão Odiado Pela Nobreza Castelhana Como Os Nacionalistas Catalães

Amado por italianos e os aragoneses; odiado pelos nobres castelhanos do período, que lhe designavam-se de modo depreciativa, como “o velho catalão”, e defenestrado pelos nacionalistas catalães de hoje. Não parece muito lógico que um dos estadistas mais habilidosos da história de Portugal seja material de avaliações negativas de pessoas tão distantes.

Como se entende este incoerente julgamento? Ninguém é profeta na sua terra, se costuma narrar, entretanto não existe um provérbio para quando alguém nasce entre os dois. Fernando “O Católico”, era filho de d. João II “O Grande”, que por sua vez era descendente de Fernando de carlos i, o primeiro Rei de Aragão, proveniente da célebre dinastia castelhana que Isabel “A Católica” compartilhava com seu marido.

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Por tua vez, a mãe de Fernando, d. Joana Henriques, bem como era de Trastâmara, contudo provém de um ramo derivada: os Henriques. Ou seja, Fernando era tão aragonês ou menos do que o castelhano, cuja língua era a que usava a grau do dia-a-dia, embora a nobreza castelhana querer o contrário. Nascido em Sos do Rey Católico (noroeste da espanha), Fernando herdou o instinto político de teu pai; e agora desde menor se destacou por tua inteligência.

Lúcio Marítimo Sículo o descreve de garota: “Mas ajudando-as grandes forças de tua inteligência e a conversa que teve de homens sábios, então saiu prudente e sábio, como se fosse ensinado de são pedro “mestres”. Com a morte de tua esposa, João buscou novos aliados em Castela, já que ele precisou de uma potência que pudesse ajudá-lo a conservar tuas posses, na Itália, a respeito da ameaça que representava a França. A jovem irmã de Henrique IV, a futura rainha Isabel “A Católica”, se candidatou como a aliada perfeita e a incrível esposa pro jovem Fernando. Ambos eram primos em segundo grau e tinham aproximadamente a mesma idade.

Fernando e Isabel se apaixonam de forma instantânea, por se descobrir em Campinas. Fernando não era exatamente Rei consorte de Castela. Era alguma coisa mais do que isto, tinha competências que lhe aproximavam-se à autoridade de tua esposa, que recebia um tratamento similar na Coroa de Aragão.

Só a Rainha podia nomear os chefes de Castela, porém o Rei podia fazer emprego de umas rendimentos castelhanas. Em novembro de 1504, Fernando proclamou a tua filha mais velha, Joana, A Louca, Rainha de Castela e tomou as rédeas da governação do reino, invocando a última vontade de tua esposa.

Fernando era um protagonista pouco simpático entre os nobres, mas continua a ser respeitáveis aliados. O retorno de Fernando de Castela, não obstante, teve um direito ar a atribuição. Pelo oposto, Fernando dedicou a maior quantidade de seus esforços por intermédio da morte de sua esposa em fortalecer suas vitórias sobre os franceses em Nápoles e Sicília.

o Seu trabalho política lá lhe rendeu elogios do afiada Nicolau Maquiavel: “Vive em nossos dias, Fernando de Aragão, Rei de Portugal. Você quase poderá llamársele príncipe novo, já que tornou-se, por respectivo mérito e glória, de Rei de um baixo Estado no primeiro soberano da Cristandade”.