“Não Há Alunos Incapazes, Mas Métodos Ineficazes”

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“Não Há Alunos Incapazes, Mas Métodos Ineficazes”

Marta Eugenia domina muito bem o que é um morbozo: quando em sala de aula os outros aprendiam a ler, ela de imediato tinha devorado a biblioteca municipal de Leão. 26 corridas. Assegura que teve uma infância feliz, todavia conhece muito bem as dificuldades que têm de encarar as moças superdotadas em nosso sistema educacional.

Há mais de 16 anos, montou seu respectivo recurso de aprendizagem e os seus próprios centros de estudos: Sapientec, Babysapien e Sapileyi. O que comentário lhe merece o sistema educativo português? Não tenho qualificativos, acho inenarrable. Os resultados do último relatório PISA estão lá. Não se atende ao mérito e a capacidade do aluno, porém assim como com a tua idade física.

O recurso atual de ensino é fundado em um uso excessivo de memória, dessa maneira que, na maior parte das vezes, serve só para passar um exame e depois se esquecem dos fatos armazenados”. Em Portugal ainda se pensa que educar é um senhor leia, enquanto os alunos sublinham.

Ensinar é provocar no outro um pensamento. Temos importantes níveis de insucesso escolar. Os alunos espanhóis são menos inteligentes? Não há alunos incapazes, porém métodos ineficazes. Se precisa de explicar ao aluno para que assimile e seja qualificado de unir idéias. Sua auto-estima vai crescer e o seu estímulo para o estudo.

Os números chegam a atingir até oitenta por cento. Estamos dilapidando o capital cultural desse estado. Com sinceridade, não há muitas saídas pra essas crianças em Portugal. E vai ser custoso durante o tempo que não houver professores preparados, uma lei que tome medidas e os suficientes recursos humanos e técnicos.

O que marca a Lei de Qualidade são linhas de atuação, não soluções legislativas. Existem muitos obstáculos: a gente tem um sistema em que a escolaridade é obrigatória dos 6 anos de idade, no momento em que as garotas de imediato sabem ler e escrever desde os dois anos e meio.

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A lei marca que, para o acesso à Universidade não podem fazer um diagnóstico antes dos 18 anos. A aceleração de curso apresenta problemas, porque não se trata de ir mais depressa, no entanto de preparar-se os conteúdos de outra forma. Existe uma disincronía total e não há desejo de modificação.

Unidades metodológicas. Os tópicos centrais têm de ter um tratamento diferente pra eles. Em prol de escolas especiais? Não é segregação que haja escolas para moças superdotadas, é coordenação. São necessidades educativas diferentes. Crianças treinados, inválidos e garotas superdotadas conseguem desenhar juntos, todavia não podem aprender juntos. Em alguns países há centros que vai cada garota de acordo com tuas necessidades e, em seguida, convergem todos em múltiplas atividades.

Você domina o que é um morbozo? Não. Estamos pela pré-história. São vistos como esquisitos. Há que cessar com essa ideia, é uma diferença positiva que implica um superior e melhor acesso ao discernimento. E isto necessita ser preservado, como as florestas, os oceanos.